terça-feira, 14 de abril de 2015
A lagoa já foi assim um dia...
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
Nem tudo são flores na Região dos Lagos
Iguabinha pede socorro!
terça-feira, 29 de outubro de 2013
OVNI em Iguabinha. Seria segurança do Obama, que estava no Rio?
sábado, 15 de junho de 2013
Orla de Iguabinha e seus pescadores
terça-feira, 9 de abril de 2013
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
Ruas viram canteiros
Cansados da omissão da Prefeitura, que nem em época de eleições cuida das ruas, alguns moradores de Iguabinha, município de Araruama, substituíram o mato por algo útil.
Esta senhora, com mais de 80 anos, já mantinha um pequeno gramado na porta de casa. Agora resolveu plantar uma palmeirinha. No quintal de sua casa já não sobra espaço para plantar mais nada.
Tudo começou quando alguns grãos de milho foram displicentemente jogados na porta desta casa. Em apenas um mês os pés já estavam deste tamanho.
O principal objetivo é conscientizar os moradores de que vivemos num país em que se plantando tudo dá. Muita gente passa na porta e fica olhando o milharal. Todos ficam surpresos com a qualidade dos pés. Enquanto isso o mato continua crescendo em seus quintais. Milho, feijão, aipim, além de uma pequena horta poderiam ser facilmente plantados e cuidados.
Que a idéia frutifique.
domingo, 13 de julho de 2008
Iguabinha
Comecei a usar o Windows Live Writer para facilitar a atualização dos blogs. A ferramenta é pouco conhecida, mas só tenho ouvido falar bem.
Esta é a primeira postagem que estou fazendo a partir dela. Se gostar, ficarei freguês.
domingo, 8 de junho de 2008
Gatos e ratos
Um quilo de cobre custa mais de R$ 10,00. Quanto pesará um fio de cobre que vai de um poste a outro? E se forem quatro fios? Dá para arrecadar mais do que um salário mínimo.Este é o grande problema enfrentado pela Ampla, que atende a Região dos Lagos. Além dos gatos, os ratos existem em grande quantidade. Os gatos, roubo de energia sem passar pelo relógio, são tão bem feitos que chegam a ser subterrâneos, sem deixar vestígios. Há casas com iluminação sem que seja visto um único fio passando da rede externa para ela. Quem paga somos nós, que recebemos a conta todos os meses.

Os ratos, animados pela falta de policiamento e dificuldade de acesso, estão cada vez mais especializados. Sobem no poste sem escadas, apenas escalando o concreto. Cortam os fios, deixando muitas casas sem luz.
domingo, 9 de março de 2008
Iguabinha, uma aldeia às margens da lagoa
Iguabinha é um bairro de Araruama. Possui uma pequena praia, pouco freqüentada, esquecida pela maioria dos veranistas que procuram a Região dos Lagos. Na verdade, não há muitas opções de lazer em Iguabinha. A lagoa, agora com águas um pouco mais claras, não oferece boa praia neste pedaço de orla, talvez por causa do esgoto que continua sendo despejado nas galerias de águas pluviais.
A orla bem tratada (ao contrário das ruas internas) oferece espaço para uma caminhada, com direito a um belo visual. A Prefeitura se encarrega de manter a pista sempre cuidada, com a grama cortada, coqueiros caiados, areias sem lixo, contrastando com as ruas internas onde o mato prolifera.
Voltando à orla, começamos a nossa caminhada, lembrando que faltam poucos dias para o fim do verão. Este foi mais um verão fraquinho, bem diferente dos verões de antigamente. Será que os antigos verões eram diferentes dos atuais? Mudou o verão ou mudamos nós? Talvez os dois. O fato é que muita gente comenta que as estações estão bem diferentes daquelas que conhecemos.
Os mais velhos hão de lembrar-se dos antigos invernos - como eram frios - que nos obrigavam a usar japonas e casacos pesados, em pleno Rio de Janeiro. Nunca mais vi um inverno como aqueles dos anos 60. E o mesmo acontece com o verão.
Os pescadores acabaram de chegar e retiram os peixes das redes. Gosto de fotografar barcos, peixes, pescadores, chegando a parecer repetitivo. Lembrei-me de que vim caminhar e não trouxe a câmera, estando apenas com o telefone celular. O Nokia 6265 já havia mostrado suas qualidades em outras ocasiões e não seria agora que iria fazer feio.
Vamos às fotos.


As tainhas são vendidas a cinco reais o quilo, mesmo preço cobrado nas peixarias. A vantagem é poder adquirir um peixe fresco, muitos ainda vivos, conhecendo a procedência.

Quando os barcos chegam, bem cedinho, moradores e veranistas, fregueses habituais, escolhem o que será servido no almoço.É hora de continuar a caminhada. Nada de ficar parado, embora seja muito boa esta pausa para observar o cotidiano dos pescadores. Por um momento lembrei que estava sendo testemunha ocular da história de Iguabinha e tendo a oportunidade de registrar em fotos o que, alguns anos mais tarde será, quem sabe, mostrado em alguma exposição de fotos antigas. ("Aqui, onde hoje está este edifício, havia uma lagoa").

Prosseguindo na caminhada pelo calçadão, encontro um pescador solitário e seu caniço. "Dizem que há peixes nessas águas e costumam morder uma isca. Se ninguém pesca é porque não sabe, ou não quer. " Resolvi apurar. E não deu outra. Mal cheguei e...
Portanto, se você gosta de caminhar, de pescar, de ouvir o barulho do silêncio, de não pensar em nada, de não ter mais nada para fazer... venha para Iguabinha. Você vai gostar.
Se você é daqueles que não gostam de peixe, mas ficou com fome após a caminhada, que tal um franguinho na brasa?
Todos os finais de semana a banca de frango assado fica armada em frente à padaria. Cada frango custa onze reais. Acompanha farofa. A linguiça custa um real.

Enquanto espera você pode pedir uma cerveja gelada e curtir a tranqüilidade de Iguabinha.
O que está esperando?










